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Doce morte



Você fria e irreconhecível
Não escorrem mais lágrimas sobre tua embalagem
O conteúdo com grau alcoólico acima do permitido
Para que eu possa encará-la sem deixar vestígios.

Não tenho sede de você
Nem da tua consequência
Prefiro minha sanidade e odeio a paciência
Quando ela tem a ver
Com qualquer coisa que o seu instinto faça
Arrume a mortalha!

Jovens, crianças e adultos (ou adúlteros?)
Donos da tua própria indignação
Olhem o infarto do teu futuro
Homens sãos pichando o muro
Com o sangue que era do teu coração,
Mas depois que encontrou com o oposto do amor
Embriagar-se por estupidez,
Esquecer-se do que prometera
Viver bem é relutar, não encher com tua mesmice
O cálice e tornar a si mesmo com desprezo.

Não me seduz mais o teu corpo esculpido
Nem teu interior doce enganador
Não acredito em cupido ou cavalo voador
Não sou culpado por teu torpor
Sou contra tu e à favor
Da tua inexistência
Maldita insolência da tua humildade
Tão barata para consumi-la
Tão cara tua consequência.

Como não degluto-a
Minha procedência é ignorá-la
Por mim não deverias estar aqui
Não tenho sede de ti
Se chegas, vou embora
E continuo vivo
Sendo o mesmo de outrora.

Você mata meus amigos,
Dá mais força aos inimigos
E na colisão de dois carros na rua
Entenda que minha alma nunca será sua
E é por isso que vencerei, venço e venci
Por nunca querer-te aqui
Prefiro mostrar para o mundo por quê vim.
E o teu fim
É a causa do que eu escrevi
Tua consequência não é fugir
Tua ignorância e tua perda, é eu estar aqui.
Vivo!
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