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Processo natural


Eu quero provas de que o céu é o limite
Porque o humano insiste na sua animalidade?
Seus buracos são cravados com a pá da escravidão
Prova da tua suja ética e da imoralidade
O mendigo pede dinheiro para a bebida
Compra comida e alimenta a família
E nós vivemos por acreditar em baratas ironias.

Lute pelo seu egoísmo
Seja honrado, saudosismo maltratado
Preciosismo comprado pelo estado
E a tv mostra para o mundo
A decadência e prisão do coitado
E a presença no senado do vagabundo.

Mal peço perdão e saio às ruas
E vejo no rosto de cada um a sua Nagasaki/Hiroshima
Suas vidas cegamente transformadas
Hippies atônitos, Zen em agonia
O frutos dos dias numa explosão de marginalidade
Um último sopro de bomba atômica
A crueldade posta à mesa
E a sua ascensão social repetindo para si mesma:
“Desça, desça, desça, desça...”
E mesmo que a sua herança cresça
Tudo será vindo de braços atados a esmo.

Lute pelo seu egoísmo
Seja honrado, saudosismo maltratado
Preciosismo comprado pelo estado
E a tv mostra para o mundo
E que os jornais têm falado
Vive o homem de dinheiro sujo
Morre pelas lágrimas o favelado.

E assim vive o atual
Assim vive o banal
Assim se constrói o mundo
Guiado pela sua rede social
Assim, tudo enfim, pelo processo natural.
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